Tenho muito interesse em conhecer culturas locais e gostaria de saber se o Piauí oferece experiências de turismo comunitário, como visitas a quilombos, comunidades indígenas ou sertanejas. É algo estruturado? Seguro?
Sim, o Piauí já está se movimentando para oferecer experiências de Turismo de Base Comunitária (TBC) em comunidades tradicionais principalmente quilombolas e povos originários com ações governamentais e iniciativas locais para estruturar, valorizar e garantir segurança para quem quiser viver essa experiência.
Sim, o Piauí oferece sim experiências de Turismo de Base Comunitária (TBC), com visitas a quilombos, comunidades indígenas e sertanejas, tudo pensado para valorizar a cultura local, promover o desenvolvimento das comunidades e proporcionar ao visitante uma vivência autêntica e transformadora.
Esse tipo de turismo no estado está sendo cada vez mais estruturado, com apoio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur-PI), que tem realizado visitas técnicas e projetos para fortalecer essas iniciativas e garantir segurança e qualidade na experiência.
Algumas comunidades já estão em destaque nesse movimento:
- Quilombo Mimbó (Amarante) — conhecido por seu artesanato e pela construção de um mirante que valoriza as belezas naturais locais.
- Quilombo Brejo Grande (Regeneração)
- Quilombo Mata dos Morenos (Regeneração)
- Comunidade Nazaré, de povos originários (Lagoa do São Francisco)
- Tanque de Cima (Acauã)
- Fazenda Nova (Isaías Coelho)
- Sumidouro (Queimada Nova)
- Macacos (São Miguel do Tapuio)
Além de vivenciar tradições, artesanato, culinária típica e belezas naturais, o visitante contribui diretamente para a geração de renda e preservação cultural dessas comunidades.
Em relação à segurança, o turismo comunitário no Piauí tem sido desenvolvido de forma organizada e com o envolvimento das próprias comunidades, o que torna a experiência segura, respeitosa e acolhedora.
Muitos projetos contam com o apoio institucional da Setur, garantindo capacitação, melhorias na infraestrutura e um compromisso com a sustentabilidade.
Vale lembrar que a melhor época para conhecer o interior do Piauí é durante a estação seca, entre junho e setembro, quando o clima está mais ameno, as paisagens naturais ficam mais acessíveis e as festas e manifestações culturais acontecem com mais frequência.
Eu já estive no Piauí e posso te garantir que existe sim turismo em comunidades tradicionais e quilombolas.
Recentemente o governo do estado tem investido bastante no chamado Turismo de Base Comunitária, que é uma forma de conhecer a cultura local de forma mais autêntica e ainda ajudar a gerar renda para as comunidades.
Um exemplo incrível é o Quilombo Mimbó, em Amarante, que tem um artesanato maravilhoso e até participou de uma exposição internacional.
Recentemente li sobre os quilombos Brejo Grande e Mata dos Morenos, em Regeneração, que já recebem visitas técnicas e estão se preparando para receber turistas.
O interessante é que esse tipo de turismo respeita o jeito de viver das comunidades e você se sente parte da história, e dizem que a melhor época para conhecer o interior do Piauí é entre junho e setembro, quando o clima ajuda bastante para fazer passeios ao ar livre.
Eu sou apaixonada por conhecer culturas locais e recentemente comecei a pesquisar sobre os quilombos do Piauí.
Fiquei encantada com o trabalho que a Setur está fazendo em comunidades como Mimbó, Tanque de Cima, Fazenda Nova e tantas outras.
Pessoal, a melhor época para conhecer o interior do Piauí é na estação seca, quando o clima está mais agradável e você pode aproveitar melhor essas experiências ao ar livre.
Comunidades como Tanque de Cima e Sumidouro estão cada vez mais abertas para receber visitantes, e o interessante é que você realmente vive o dia a dia local, com direito a conhecer histórias de resistência, arte, culinária e natureza.
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