Qual a história da Praça da Bandeira de Santa Cruz do Sul?
A Praça da Bandeira tem uma história que remonta aos primeiros tempos da antiga Vila de São Francisco. Durante grande parte de sua existência, apresentava poucos sinais de urbanização.
No entanto, à medida que a vila progredia com a realização de aterramentos, pavimentações e melhorias nas construções e no comércio da região central, a pequena praça começou a receber atenção especial, sendo adequadamente ajardinada e utilizada como parada para os carros conduzidos pelos “Choferes de Praça”, o serviço de táxi da época.
O nome “Praça da Bandeira” foi adotado a partir da década de 1940, quando a praça passou por uma reforma. Durante essa renovação, foi instalado um painel de madeira com a bandeira do Brasil e uma figueira foi plantada em seu canteiro principal, árvore que ainda permanece até os dias atuais.
A Praça da Bandeira, situada no coração de Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul , é um espaço público notável. O imponente edifício da Prefeitura, carinhosamente chamado de “Palacinho”, foi erguido em estilo neoclássico, remetendo às formas dos antigos templos gregos. Originalmente concebido como a sede da Câmara Municipal, sua concepção emergiu da comunidade da Vila de São João de Santa Cruz. Em 1886, através de uma votação, os moradores decidiram sua construção.
O Palacinho foi concretizado em 1889, sob a supervisão do engenheiro Carlos Trein Filho. Em 1893, durante a Revolução Federalista, o prédio foi ocupado por forças revolucionárias. Nos tempos atuais, abriga o Gabinete do Prefeito e outros departamentos municipais. A praça também ostenta um monumento em homenagem ao Centenário da Independência do Brasil. Sob ele, os bustos de figuras como D. Pedro I, Gonçalves Ledo, José Bonifácio de Andrade e Silva e Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) adornam a base. Sobre o monumento, uma estátua de uma mulher empunhando uma bandeira e uma tocha simboliza o espírito patriótico.
Além disso, a praça proporciona diversão para as crianças por meio de equipamentos de lazer. Não muito distante, encontra-se a “Gruta da Coquinha”, uma construção de pedra que leva o nome de Maria Cândida Costa, apelidada de “Coquinha”, esposa do ex-prefeito Galvão Costa. Inaugurada em 1915, essa gruta adiciona ainda mais caráter histórico e cultural a este espaço encantador.
A história da Praça da Bandeira de Santa-Cruz-do-Sul começa em 1886. A Câmara Municipal de Santa Cruz do Sul, que na época era chamada de Vila São João de Santa Cruz, decidiu construir um novo prédio. Os moradores decidiram, por meio de uma votação, que a nova sede seria construída na Praça do Carvalho, atual Praça da Bandeira.
A última Câmara do Império foi a primeira a ocupar o prédio da atual Prefeitura Municipal, em março de 1889.
A Praça da Bandeira tem esse nome porque é comum ter uma praça em todas as capitais do Brasil que homenageie a bandeira, o símbolo principal do país.
A praça tem a Gruta da Coquinha, inaugurada em 1915 pelo intendente Galvão Costa. A gruta foi nomeada em homenagem à primeira-dama da época, Maria Cândida Menezes Costa, que era carinhosamente chamada de Coquinha.
A praça também tem estatuetas e bustos de personagens importantes da história do país.
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A Praça da Bandeira de Santa Cruz do Sul foi inaugurada em 1915 e homenageia Maria Cândida Costa, a primeira-dama da época. O local era anteriormente conhecido como Largo da Matriz e foi palco de acontecimentos importantes, como a libertação antecipada dos escravos em 1888.
A praça fica no quarteirão formado pelas ruas Marechal Floriano, Sete de Setembro, Tenente Coronel Brito e Borges de Medeiros. O prédio da Prefeitura Municipal, de estilo neoclássico, está localizado na praça. A praça também abriga a Gruta da Coquinha, inaugurada em 1915, e estátuas e bustos de personagens importantes da história do Brasil.

