No passado, atrair o público LGBTQ+ para o setor de viagens era visto como uma estratégia de marketing de nicho, limitada a experiências luxuosas para homens gays solteiros. Entretanto, uma revolução ocorreu na última década, com as novas gerações abraçando os direitos LGBTQ+ e a expansão do movimento como um todo.
Atualmente, 1 em cada 3 viajantes LGBTQ+ teme discriminação durante suas viagens, mesmo em destinos progressistas. A preocupação também se estende à interação com funcionários das acomodações, levantando questões sobre a recepção genuína e a comunicação necessária para dissipar esses temores.*
Quando escolhem hospedagens, viajantes LGBTQ+ buscam sinais de segurança e representatividade, indo além das imagens tradicionais de famílias heterossexuais. A linguagem também desempenha um papel crucial, com a abolição de frases marcadas pelo gênero, como “ele e ela”, promovendo uma comunicação autêntica.
Exibir a bandeira do arco-íris já não é suficiente; é essencial um compromisso autêntico com a inclusão. Isso inclui treinamento para equipes e ações que transcendem gestos superficiais. Além disso, repensar pressuposições antigas, como a sinalização de banheiros, é crucial para criar ambientes verdadeiramente inclusivos.
Como parte do Programa Travel Proud, a Booking.com, em parceria com a HospitableMe, oferece o curso gratuito Proud Hospitality. O treinamento, disponível inicialmente em Amsterdã, Manchester e Berlim, busca certificar parceiros como Proud Certified, promovendo a inclusão LGBTQ+ e expandindo o alcance de marketing.
Ao entender as necessidades dos hóspedes LGBTQ+, os parceiros podem integrar a inclusão como parte essencial de seus valores e padrões de serviço, garantindo que todos se sintam confortáveis ao escolherem suas propriedades.
